Modernidade periférica, de Beatriz Sarlo


Pausa para um breve momento-marketing…


Sobretudo um momento-orgulho, momento-alegria.


É que acaba de ser lançada a edição brasileira do importantíssimo livro de Beatriz Sarlo, Modernidade periférica. Buenos Aires 1920 e 1930, pela editora Cosac & Naify.


O livro faz parte da coleção Prosa do Observatório, coordenada por Davi Arrigucci Junior, e teve a coordenação editorial de Paulo Werneck e Luciana Araújo. Traz também um prólogo de Sergio Miceli.


Tive a honra de traduzi-lo e de escrever o posfácio.


Tradução difícil, pelo texto peculiar de Sarlo e, principalmente, pelas diversas citações em lunfardo, gauchesco e registros orais que a autora argentina faz ao longo do livro. Tradução muito prazerosa.


A obra tem que ser lida: não pela tradução, claro, e mais pelo livro em si – um amplo painel das mobilizações vanguardistas e do movimento intelectual argentino em duas décadas decisivas.