podcast: posse de Obama, antes & depois

 

Nos links abaixo, dois comentários em podcast na Rádio Metrópole de Salvador sobre a posse de Barack Obama.

 

O primeiro comentário foi gravado antes da posse e foi ao ar na segunda, dia 26 de janeiro:

 

http://www.radiometropole.com.br/objetos/audios/26-01-09_comentario_julio_pimentel_posse%20de%20Obama.mp3

 

O segundo foi gravado depois da posse e foi ao ar hoje, dia 2 de fevereiro:

 

http://www.radiometropole.com.br/objetos/audios/02_02_2009_julio_pimentel.mp3

 

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7 pensamentos sobre “podcast: posse de Obama, antes & depois

  1. Acredito que esta “febre” (Obama) se justifique mais pelas desilusões recentes e pela “carência” de uma personalidade “salvadora” (tão festeja desde sempre, principalmente nos EUA), do que em uma real capacidade do mesmo em atender todas as expectativas. Colocaram nos ombros dele até a missão de salvar as baleias! Da mesma forma, errado estava o presidente Lula ou aqueles que votaram nele, em 2002, esperando uma Revolução Social? Para nós, brasileiros, o Obama não será muito diferente de todos os outros, tirando o fato de todas as novidades já apontadas.

    • Douglas,
      tudo bem?
      Obrigado pelo comentário. Você tem razão.
      Mas só acreditou que Lula faria revolução social ou representasse alguma mudança e melhoria quem nunca acompanhou as movimentações dele.
      E claro: os limites das intervenções de Obama são claros, definidos. Resta a simbologia – que já é alguma coisa, sobretudo se considerarmos seu terrível e temível antecessor.
      Abraços,
      Júlio

  2. Oi Júlio,

    Que bom o blog de volta. Mesmo sabendo que retornaria apenas a partir de fevereiro entrei diversas vezes nele durante suas merecidas férias. Força do hábito, ou melhor, dos melhores hábitos…

    Adorei seus dois comentários sobre a posse de Obama. Acreditar é o primeiro passo, aquele que promove as mudanças e as legitima. Portanto concordo com vc no otimismo. E quanto ao governo Lula, comentado pelo Denis, creio que pode não ter feito as mudanças sociais de que gostaríamos, mas é inegável que a ampliação dos benefícios sociais ( bolsa família, etc), a despeito de todas as críticas que recaem sobre eles, tirou um bocado de gente da miséria. E eu prefiro, sem sombra de dúvida, festejar esse fato, a respeito do qual nós, pertencentes à classe média, não temos a mais remota idéia do que significa.

    abraços

    val

    • Val,
      obrigado por seu comentário.
      Política se divisa muitas vezes com ilusão e com expectativa. Por isso, não custa acreditar um pouco nas mudanças que podem ocorrer.
      No caso de Obama, só a superação dos terríveis anos Bush já é alguma coisa.
      No caso Lula, a discussão é mais complexa – sobretudo porque acho complicado pensar em termos de classe. Desde o fim do Estado Novo e ainda mais após o regime militar as fronteiras se tornaram menos delimitáveis. De qualquer forma, concordo que, sem dúvida, a classe média foi a mais sacrificada nos anos Lula (e no governo FHC e no governo Itamar e no governo Collor e no governo Sarney…) . Aqueles que vivem do bolsa-família e aqueles que jogam alto no mercado financeiro certamente melhoraram bastante nos últimos anos.
      Beijos,
      Júlio

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